As Crônicas de Baumgarten: A Batalha de São Paulo - Dia 3
9:15 - "Amanheceu e estão todos mortos. Não tenho idéia de como ainda estou aqui, meus companheiros caíram um a um até só restar eu próprio. Estou certo de que a comida em fórmula de cápsulas que a moça de branco vinha me dar de 8 em 8 horas acabou fazendo meus companheiros sumir. Devia ser envenenada e mágica! Agora estou sozinho e aprisionado pelos traiçoeiros inimigos que vestem branco e usam mecanismos diabólicos e de ponta gelada para ouvir minhas entranhas. Preciso de um plano".
12:47 - "pffffffffffff ewfwefohhrtr comscwefewfergebgebebne gggggggggggggggggggg 23r23rr43943ggf&3$*%$)@)@)@)@)fewfefe!! oiwfweofin 43t43t34545445ygreefd lololoefeufnergenrgern".
18:21 - "Minha cabeça me fulmina, acho que fui posto para dormir com o alimento envenenado em forma de comprimidos. Algumas páginas de meu diário de guerra apareceram rabiscadas com uma língua incompreensível. Começo a acreditar que existem criaturas de outras dimensões por trás de tudo isso... Preciso de um plano!".
22:22 - "Amanhã terei 30 minutos de passeio ao sol, é minha chance de dar um golpe certeiro no coração dos seres extradimensionais que se travestem de inimigos de branco. Essa guerra nunca foi destinada a ser vencida por um batalhão afinal de contas, é um combate de um só homem".

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