O Fantástico Mundo de Baumgarten

Uma incrível perda de tempo narrando as experiências (uii!) e pensamentos de alguém que vê o mundo em outras cores. P.S.: "outras cores" é uma metáfora, não sou de maneira alguma estragado dos olhos. Se você pensou isso, a culpa é do português, essa maldita lingua que permite dupla conotação. Se mesmo assim você não entendeu, é uma pessoa burra demais pra merecer minha atenção e eu provavelmente só lhe trato bem por interesse ou pena. Pare de chorar e viva com isso!

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Local: Rio Grande, RS, Brazil

Todas as religiões convergem em um ponto: é impossível descrever Deus de maneira coerente. Partindo deste princípio universal, me resguardo o direito de não falar muito sobre mim. Resumidamente: sou autoritário, temperamental, tenho rompantes de anti-socialidade, gosto de ficar sozinho e busco desesperadamente na vida a eternidade. Buenas, é isso, seu fuxiqueiro curioso dos infernos!

24.9.09

As Crônicas de Baumgarten: A Batalha de São Paulo - Dia 3

Dia 3 - Prisioneiro bom é prisioneiro que não é mau

9:15 - "Amanheceu e estão todos mortos. Não tenho idéia de como ainda estou aqui, meus companheiros caíram um a um até só restar eu próprio. Estou certo de que a comida em fórmula de cápsulas que a moça de branco vinha me dar de 8 em 8 horas acabou fazendo meus companheiros sumir. Devia ser envenenada e mágica! Agora estou sozinho e aprisionado pelos traiçoeiros inimigos que vestem branco e usam mecanismos diabólicos e de ponta gelada para ouvir minhas entranhas. Preciso de um plano".

12:47 - "pffffffffffff ewfwefohhrtr comscwefewfergebgebebne gggggggggggggggggggg 23r23rr43943ggf&3$*%$)@)@)@)@)fewfefe!! oiwfweofin 43t43t34545445ygreefd lololoefeufnergenrgern".

18:21 - "Minha cabeça me fulmina, acho que fui posto para dormir com o alimento envenenado em forma de comprimidos. Algumas páginas de meu diário de guerra apareceram rabiscadas com uma língua incompreensível. Começo a acreditar que existem criaturas de outras dimensões por trás de tudo isso... Preciso de um plano!".

22:22 - "Amanhã terei 30 minutos de passeio ao sol, é minha chance de dar um golpe certeiro no coração dos seres extradimensionais que se travestem de inimigos de branco. Essa guerra nunca foi destinada a ser vencida por um batalhão afinal de contas, é um combate de um só homem".


23.9.09

As Crônicas de Baumgarten: A Batalha de São Paulo - Dia 2

Dia 2 - Os arpejos do combate

08:00 - "Despertamos após uma madrugada de tensão. Sons de batalha (ou dos malditos automóveis que parecem ter dominado essa porra de cidade... é a revolução das máquinas, definitivamente) eram ouvidos vindo de todo o lado. Alguns de nossos jovens urinaram-se, isso não é bom sinal. Porcos malditos, me tiraram a fome para o tão cobiçado café (ou teria sido o café de pobre e custando 7 reais que me ofereceram?). Somente uma coisa me vem à mente: o que diabos significa essa palavra tão bonita e sonora chamada ´arpejo´? Na dúvida utilizarei poéticamente".

10:30 - "Começamos a jornada rumo à nossa primeira posição. Precisamos tomar a colina (ou chegar na parada de ônibus, caso tu leias isso pensando no mundo real e não na minha esquisofrenia), caso contrário estaremos em desvantagem para o inevitável enfrentamento (se tem algo que George Lucas me ensinou foi que um bom Jedi tira proveito dos higher grounds). O caminho é mais longe do que os mapas indicavam, malditos cartógrafos (maldito Google Maps)!".

12:30 - "Após percorrer aproximadamente quatro vezes mais caminho do que o previsto encontramos a colina. Para minha surpresa existe um vilarejo generoso aqui, nos ofereceram sua melhor comida, bebida e abrigo. Infelizmente o que eles tem de melhor nos parece mijo perto do que temos no longincuo lar. Mais uma razão para voltar para casa. Ao menos até agora nada pareceu envenenado ou uma emboscada, embora eu tenha tido que me registrar e tenham me dado uma pasta que facilmente ocultaria um rastreador. Sem chance, vou confiar nesses altamente receptivos cidadãos inimigos".

17:30 - "A colina está conquistada, o vilarejo continua nos oferecendo suporte. Alguns de meus homens vomitam, um outro caiu morto após ingerir a generosa bebida que nos é oferecida aqui. Com certeza o malogro nos ronda, mas graças ao bom deus da guerra temos este vilarejo generoso e prestativo que continua nos servindo comida e bebida de graça. Eu próprio estou sofrendo de duras reviravoltas intestinais. Temo sequer conseguir terminar este escrito sem correr à moita para liberar água pelo reto. Amanhã avançaremos mais e deixaremos apenas um posto avançado aqui. Se o diário encerrar aqui eu fui capturado, obriguem o governo a invadir tudo e matar milhares de inocentes em nome da minha vingança".

19.9.09

As Crônicas de Baumgarten: A Batalha de São Paulo - Dia 1

Dia 1 - Uma engenhosa arapuca

06:00 : "A adrenalina não me deixou repousar e isso pode ser fatal nas trincheiras. O cheiro da batalha que se aproxima toma conta de meu aposento (embora talvez seja a falta de banho, o nervosismo tende a me causar relaxo). Posso estar registrando aqui meus últimos pensamentos. Se eu não retornar espalhem lendas épicas sobre mim (ainda que eu provavelmente tenha sido morto por distração ou numa clara demonstração de covardia)".

06:37 : "A higiene removeu os tentáculos da noite mal dormida de meus ossos, mas o alívio deve durar pouco. Irei sucumbir ao sono em breve durante a infiltração aérea no território hostil. Com alguma sorte me esquecem no avião e só me notam quando retornarem à segurança. Por outro lado, se o avião for derrubado tombarei sem sequer perceber. Não é honrado, mas certamente vai doer menos".

08:50 : "O cansaço volta a me assombrar. O avião está por decolar e eu certamente não estarei desperto quando tomarmos os ares (o que é uma benção, evitará meus gritinhos de medo de voar e os incontáveis momentos de pânico a cada turbulência)".

9:45 : "Um solavanco acaba de me retirar o mundo dos sonhos; conseguimos de alguma maneira penetrar facilmente no território inimigo e atingimos o solo (embora não suavemente, imagino que o piloto esteja morto ou tenha dormido durante o vôo). Meu pescoço arde com cada movimento , provavelmente estive em uma posição ruim. A noite cobrou seu preço por me poupar dos medos dos ares (ou talvez tenha sido a overdose de Dramin , vai saber)".

10:28 : "Eu e meus homens chegamos aos nossos abrigos (não sei o que é pior, a possível dupla interpretação homossexual desse começo de frase ou o fato de ser tudo fruto da minha insônia e farta imaginação - já que vim sozinho e estou fingindo cobrir uma guerra). Grosseiramente fomos recebidos com crueza, acabo de ser informado que só posso me acomodar depois das 12 horas. Não conheço a região e o abrigo nos expulsa; a guerra começa promissora".

12:03 : "Matamos alguns animais silvestres e fizemos nossa primeira e primitiva refeição: aves cruas e suínos defumados em pequenas fatias de pão que dispunhamos (vulgo "Subway Melt de 15 cm"). Com a fome saciada começo a pensar mais claramente: entramos fácil demais nessas terras amaldiçoadas, estou certo de que é uma emboscada. Gostaria de fazer algo a respeito, mas a digestão está muito preguiçosa e então entrego ao bom Deus dos gordos".

15:52 : "Até agora não avistamos qualquer inimigo e também não fomos perturbados. Após uma necessária visita ao mato amigo a refeição já não nos pesa mais nos estômagos. Dedicaremos o que resta do dia ao planejamento de nosso avanço logo ao amanhecer (o que, na verdade, é uma desculpa esfarrapada para ocultar a verdadeira programação - carteado trapaceiro e vadiagem vergonhosa). Espero ter algum tempo para registrar mais acontecimentos antes de (voltar a) adormecer quando as horas avançarem mais. Até lá presumam-me vivo (embora não faça sentido, pois diários de guerra só serão lidos quando forem achados junto aos corpos daqueles que os escreveram)".

7.9.09

Meus grandes pequenos shows de Porto Alegre

Vou aproveitar meu tédio quase suicída dessa maldita segunda-feira de feriado aqui no exílio caribenho para mostrar ao mundo finalmente minha opinião (vulgo "bula papal") sobre os showzinhos recentes que assisti em Porto Alegre.

Enrolei muito esse post porque sinceramente eu tinha coisa melhor para fazer, mas hoje eu não tenho (como se sabe universalmente "estudar" é uma coisa nada divertida e que faz automaticamente todas as outras coisas não-divertidas se tornarem atraentes).

Buenas, sem mais enrolação e momentos EMO, vamos direto ao prato principal...


Alanis Morissette - Pepsi On Stage - 06/01/09 - 100 reais na pista

Tai um show que eu esperei a segunda metade da década de 90 toda para assistir, mas que só consegui ter chance de ver quando ambos eu e Alanis nos encontramos decrépitos e decadentes. Essa "moça" (aspas relevantes) foi do caralho no fim do século passado, porém definitivamente virou "tia" (não no sentido zona da palavra, claro) e agora tá começando a correr o risco de virar a Suzana Vieira da música.

Incrível como a energia que o som dela tinha se esvaiu! Nem as músicas revoltadas ela cantou com vontade. Aliás ela conseguiu tirar a pegada de boa parte das coisas que ela cantava em estúdio com pegada. Não sei se ela encontrou a paz interior na Índia ou coisa do tipo, mas eu preferia quando ela andava com a fúria nos olhos e raiva dos ex-namorados sacanas.

Teve momentos do show que eu sinceramente fiquei na dúvida se ela cantava ou se eu assistia um backing vocal Faustão style. Ok, no final fui convencido (pelos amigos, não pela cantora) que era ela cantando ali, mas definitivamente a "moça" (aspas relevantes, sempre bom lembrar) perdeu o encanto e a força. Claro que a cobertura midiática do show babou ovo, mas até se fosse o Serguey eles fariam isso. Bom, se fosse o Serguey pelo menos seria divertido, na pior das hipóteses.

Ainda acho bom comentar sobre o lugar. O Pepsi On Stage não tem condições de receber eventos desse porte e tipo no verão. Sério! Se tivessem me vendido ingresso para uma sauna mista gigante eu teria acreditado mais. O negócio é um forno sem ventilação decente! Refrigerantes por preços de boca (paguei 5 reais num copo de água sem gás, vai tomar no cú - com acento pra não ser ofensa) e a maldita condensação que fazia o suor da geral cair de volta na minha cabeça, via teto, não ajudaram a compor um bom ambiente. Ao menos foi a coisa mais próxima do espírito do rock que eu vi naquela noite...

Baumgartômetro: 5/10 - pelo repertório do caralho, apesar de tremendamente mal apresentado.


R.E.M. - Estádio do Zequinha - 06/11/08 - 100 reais no campo

Sempre curti o R.E.M., mas nunca fui fã xiita da banda. Sabia que os caras tinham um repertório massa, só que desconfiava que eu não conhecesse nem 6 letras de música deles de cor. Eu estava certo, apesar disso não atrapalhar muito (o público na maioria era esforçado, mas enrolava mais que eu no embromation).

O show teve dois momentos BEM distintos para mim: o começo com trabalhos pós 2000 que eu não conhecia praticamente nada; a segunda metade com a década de 80 e 90, que era a parte que eu fui ouvir.

A primeira metade do show foi bem boa, apesar de eu não conhecer nada. Uma parcela razoável da galera conhecia o som e não deixaram Porto Alegre passar vergonha, mas eu apenas fiquei esperando aquilo tudo passar rápido, não foi o que eu me mexi de Floripa até Poa para ver. No geral até que as musiquinhas novas deles são bacanas, mas não vi nenhum potencial substituto pras coisas antigas. Ok, eu posso estar ficando nostalgico e enjoado... (ficando? XD)

A segunda metade sim, FOI AQUELA PORRA QUE EU TINHA IDO VER! Do caralho, showzaço! Cantaram praticamente tudo que eu sonhei que eles fossem cantar (apesar de não cantarem "Ursinho Pimpão", que não sei porque sempre espero que as bandas cantem...) e com uma pegada muito foda apesar de serem mais velhos que a tia Alanis. Muito bom, o público delirou e eu curti muito, valeu cada centavo do ingresso.

Um negócio legal do show é que ele aconteceu senão me engano 1 dia depois do Obama ser declarado vencedor da eleição americana, e como o REM foi uma banda abertamente apoiadora do negão o show foi marcado por manfestações (tanto da banda quanto do público, que tomou a iniciativa na verdade) pró-Obama. Muito bacana e reforçou a sintonia entre a galera o o pessoal no palco.

No geral uma das poucas coisas negativas que eu vi foi a divisão bastante rígida entre músicas velhas e novas. Uma metade pra cada, bem separado. Se o show acabasse na primeira metade (cheguei a temer por isso) eu teria saído frustrado, então talvez fosse melhor eles terem misturado tudo. Pelo menos a segunda metade foi que nem escutar um cd de Greatest Hits ao vivo, não tem coisa melhor (até tem, mas envolveria as Pussycat Dolls cantando nuas, lutas e gel).

O Nenhum de Nós "abriu" para eles, mas na real só enrolaram no palco com umas 4 músicas. Aparentemente todo show internacional em Poa tem que ter abertura de um gaúcho, e a própria banda (o Nenhum de Nós, caralho...) disse que só tava ali pra fazer número e queria mesmo era assistir ao R.E.M.

Sobre o lugar... Bem... eu achei meio improvisado, MAAAAS bem melhor que o Pepsi On Stage, sem sombra de dúvida! Por ser ao ar livre era mais fresco (uiiiii, vai ver por isso que combinava com o R.E.M.) e achei o som bem melhor que na Alanis tb (apesar de estar meio baixo no começo, pelo que lembro melhorou depois).

Baumgartômetro: 8/10 - eu daria mais nota se fossem melhor distribuídas as músicas.

Cachorro Grande - 13/05/09 - Gigantinho - 120 reais na pista

Epa, não quero dar pra ninguém da banda e nem sou tiete ou magnata excêntrico! Os 120 reais também incluíam um dos últimos shows da vida do Oasis! bwhahahahahahha

Eu conhecia as músicas de sucesso da Cachorro Grande, mas confesso que torci o nariz quando vi que eles iam abrir (tinha esperança no Bidê ou Balde, que eu gosto mais). Só duas palavras sobre o show da Cachorro Grande: DO CARALHO! ("do" conta como palavra? Acho que não... Dane-se!)

O som absurdamente alto e meio distorcido ajudou bastante, mas foi o show mais rock and roll que eu já vi na vida. Mais que o Oasis até, apesar de não ter sido necessariamente melhor (o do Oasis logicamente foi mais refinado e eu comento em seguida, te acalma guri!).

Nunca imaginei que o público curtisse tanto a Cachorro Grande e soubesse as músicas quase todas de cor (aliás sabiam todas, mas tinha uns lá que nem eu boiando). A banda também não deixou por menos e mandou ver, cheios de atitude e postura. Curti muito, assistiria fácil novamente. O repertório era mais longo do que eu supunha, e todas as músicas levantaram a gurizada. Foi muito do caralho mesmo.

Coisas do lugar eu comento no show do Oasis ai embaixo :P

Baumgartômetro: 10/10 - pela surpresa que foi (até por ser show de abertura para uma mega-banda) e pelo repertório bem bala.

Oasis - 13/05/09 - Gigantinho - 120 reais na pista

Esse era que nem a Alanis: esperei a segunda metade da década de 90 para assistir e nunca tinha tido chance. Pelo menos o Oasis não tinha desaparecido tanto e ficado tão bucha quanto a tia Alanis, ainda emplacaram um número razoável de sucessos nos anos 2000 (apesar de não ser mais que nem na década de 90).

Uma coisa que eu sempre abominei no Oasis foi o Liam (o vocalista poser). O acustico MTV de 1995 tinha sido foda porque não tinha o Liam (simulou lesão pra não jogar... chinelinho!), e eu torcia muito que ele "matasse" o show de Porto Alegre também. para meu azar ele veio, e pelo que percebi o público curtiu (muitas menininhas e magrões bicholas dando gritinhos de amor me fizeram perceber isso). Bem feito pra eles: o Oasis acabou de acabar por causa de rixas entre os dois irmãos, e o Noel, mais talentoso e necessário, deixou a banda. ENFIEM, fãs jegues!

Sobre o show eu tinha altas expectativas, e por sorte elas foram satisfeitas. Queria os sucessos - eles tocaram; queria um show longo - foi relativamente longo; queria refri com preço razoável - o tio que vendia me conseguiu uma coca por 4 pila. Saldo positivo!

Tocaram praticamente todos os sucessos (acho que só deixaram de fora uma música que a galera queria e uma que eu queria - "Married with Children", obscuraça!). A banda continuava com a mesma pegada que eu lembrava, e o som continuava muito bom. As músicas novas eram muito legais e, bem da verdade, muito parecidas com o que eles sempre fizeram. Isso ajuda o índio velho que não escuta mais as coisas novas (porque todo nostálgico depressivo foge da realidade moderna se apegando ao passado de glórias XD ).

Como era de se prever o Liam ficou fazendo poses de britânico arrogante e puto, mãozinhas no bolso, pescoço empinado e tralalá. Até tentei jogar alguma coisa nele pra ver se pegava no gogó e matava (eu poderia me esconder na multidão facilmente), só que errei. Quando um negrão 2x2 da segurança começou a procurar quem atirava coisas eu resolvi por bem parar de tentar. Deviam ter me deixado fazer isso, a banda não teria terminado!!! Rá!!!

Muito bom o show, valeu cada centavo também (aprende, Alanis!). O lugar era visivelmente adequado para receber um troço daquela magnitude (aprende Pepsi On Stage!) e só achei ruim a fila pré-show, uma baderna e péssimo exemplo de organização. Eu fui com a Schneider bem cedo pra pegar lugar na frente e sentimos na pele o que é a bagunça num evento grande.

Mesmo assim valeu completamente a pena, e ainda ficou valendo mais porque foi a última oportunidade de assistir os caras tocando (pelo menos por um tempo, até acabar a grana/teatrinho de marketing deles).

Baumgartômetro: 10/10 - mas poderia ter sido 11 se eles tivessem tocado a minha música (e 12 se eu tivesse acertado a pedra no pomo de adão do Liam XD).

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Esses foram os shows mais recentes que eu fui. Perdi de ir no Duran Duran (cancelaram o show por falta de público pelo que me disseram); obviamente não fui no James Blunt (a Camila disse que estava do caralho, mas de música de depressão me bastam Radiohead, Coldplay e beirut); e não irei no do Faith No More, por falta de grana e problemas de disponibilidade também. Espero que esses sejam bons, porque agora mudando para Poa quero mais bandinhas do caralho. Falando nisso, quando tem show do Wander? UHU!

#Sir Baumgarten tem certeza que vai perder muito tempo e dinheiro em shows ano que vem, mas se tiver pessoas mesmo afudê e cerveja barata vai ser do caralho!