O Fantástico Mundo de Baumgarten

Uma incrível perda de tempo narrando as experiências (uii!) e pensamentos de alguém que vê o mundo em outras cores. P.S.: "outras cores" é uma metáfora, não sou de maneira alguma estragado dos olhos. Se você pensou isso, a culpa é do português, essa maldita lingua que permite dupla conotação. Se mesmo assim você não entendeu, é uma pessoa burra demais pra merecer minha atenção e eu provavelmente só lhe trato bem por interesse ou pena. Pare de chorar e viva com isso!

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Local: Rio Grande, RS, Brazil

Todas as religiões convergem em um ponto: é impossível descrever Deus de maneira coerente. Partindo deste princípio universal, me resguardo o direito de não falar muito sobre mim. Resumidamente: sou autoritário, temperamental, tenho rompantes de anti-socialidade, gosto de ficar sozinho e busco desesperadamente na vida a eternidade. Buenas, é isso, seu fuxiqueiro curioso dos infernos!

26.3.07

Semana dos Posts Bizarros Dia IV - Doeu a cabeça e fui ver Big Brother

Uma grande amiga tem um universo só dela, ou como ela chama, um "Infinito Particular". Como bem sabemos, dá na mesma, sinônimos, o universo é infinito, e o que é particular é só dela (se, no caso, o particular em questão se referir à pessoa da qual comento, é claro; muito bem poderia ser um particular seu, ou meu, dependendo do referencial...).
O que realmente importa nessa enrolação que a bela e truncada língua lusitana nos proporciona é que a moça tem um universo só dela, particular, infinito e, portanto, ocupando espaços imensuráveis. Eis que então surge a interrogação: se temos o nosso universo coletivo, que por ser teoricamente infinito também ocuparia vagas impensáveis de espaço, como coube em uma mesma lacuna da existência o universo particular dela? E digo mais: se ela, mesmo sendo bacana, é uma pessoa comum e ordinária (no sentido de normalidade, não no pejorativo, respeitemo-nos) e tem um infinito só dela, em tese todos os outros seres existentes por aqui podem ter um infinito só seu, com suas peculiaridades e infindáveis ocupações espaciais. Se cada indivíduo tem um lugar eterno e interminável só seu, onde, diabos, cacilda, Deus acomoda tantos tantões?
Não me venham os físicos com conversas sobre diferentes vibrações existênciais e pararás e tal... isso é improvável (no sentido de não se conseguir provar mesmo). Algum físico genial nerd de óculos de fundo de grapete já esteve vibrando interdimensionalmente por ai para saber se os universos particulares e infinitos estavam lá? ALGUM??? HEINNN??? HEIIIIINNNN???? Ahá!!! Peguei vocês!!! Nerds malditos!!!
Fato é que ninguém me explica convincentemente onde o Barbudo Todo Poderoso e Que Tudo Vê enfia esses benditos espaços intermináveis (eu ia dizer malditos, mas Deus não tem, a princípio, coisas malditas em seus espaços). Cá temos, enfim, um real questionamento existêncial. Agora, só Ele explica...

# Sir Baumgarten não sabe onde Deus meteu todos eles. Só sabe de duas coisas: 1º - não foi no seu "espaço", porque o meu só tem saída; 2º - havia aqui um pensamento presumivelmente interessante, mas foi esquecido em meio a tantos outros de menor relevância.

1 Comments:

Blogger Olivia Neves... ou Flor said...

Ai, Senhor... e olha que o Infinito Particular nada mais é que a apropriação de música da Marisa Monte.
Mas acho que o questionamento persiste. Eu sempre me perguntei desde quando existe o que sempre existiu (Deus), mas ninguém consegue me explicar isso.
Bof.

9:45 PM  

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