O Fantástico Mundo de Baumgarten

Uma incrível perda de tempo narrando as experiências (uii!) e pensamentos de alguém que vê o mundo em outras cores. P.S.: "outras cores" é uma metáfora, não sou de maneira alguma estragado dos olhos. Se você pensou isso, a culpa é do português, essa maldita lingua que permite dupla conotação. Se mesmo assim você não entendeu, é uma pessoa burra demais pra merecer minha atenção e eu provavelmente só lhe trato bem por interesse ou pena. Pare de chorar e viva com isso!

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Local: Rio Grande, RS, Brazil

Todas as religiões convergem em um ponto: é impossível descrever Deus de maneira coerente. Partindo deste princípio universal, me resguardo o direito de não falar muito sobre mim. Resumidamente: sou autoritário, temperamental, tenho rompantes de anti-socialidade, gosto de ficar sozinho e busco desesperadamente na vida a eternidade. Buenas, é isso, seu fuxiqueiro curioso dos infernos!

31.3.07

Semana dos Posts Bizarros Dia VII - O Incorrigível Capitão Baumgarten - nº 3

Clique na imagem para ler sem ficar cegueta...

30.3.07

Semana dos Posts Bizarros Dia VI - O Incorrigível Capitão Baumgarten - nº 2

Clique na imagem acima para ler essa joça e desperdice seu tempo. O autor não se responsabiliza por danos cerebrais...

Semana dos Posts Bizarros Dia V - O Incorrigível Capitão Baumgarten - nº 1

Clique na imagem para visualizar sem lentes de aumento ou visão telescópica. Só eu sou super herói e você não tem poderes...

26.3.07

Semana dos Posts Bizarros Dia IV - Doeu a cabeça e fui ver Big Brother

Uma grande amiga tem um universo só dela, ou como ela chama, um "Infinito Particular". Como bem sabemos, dá na mesma, sinônimos, o universo é infinito, e o que é particular é só dela (se, no caso, o particular em questão se referir à pessoa da qual comento, é claro; muito bem poderia ser um particular seu, ou meu, dependendo do referencial...).
O que realmente importa nessa enrolação que a bela e truncada língua lusitana nos proporciona é que a moça tem um universo só dela, particular, infinito e, portanto, ocupando espaços imensuráveis. Eis que então surge a interrogação: se temos o nosso universo coletivo, que por ser teoricamente infinito também ocuparia vagas impensáveis de espaço, como coube em uma mesma lacuna da existência o universo particular dela? E digo mais: se ela, mesmo sendo bacana, é uma pessoa comum e ordinária (no sentido de normalidade, não no pejorativo, respeitemo-nos) e tem um infinito só dela, em tese todos os outros seres existentes por aqui podem ter um infinito só seu, com suas peculiaridades e infindáveis ocupações espaciais. Se cada indivíduo tem um lugar eterno e interminável só seu, onde, diabos, cacilda, Deus acomoda tantos tantões?
Não me venham os físicos com conversas sobre diferentes vibrações existênciais e pararás e tal... isso é improvável (no sentido de não se conseguir provar mesmo). Algum físico genial nerd de óculos de fundo de grapete já esteve vibrando interdimensionalmente por ai para saber se os universos particulares e infinitos estavam lá? ALGUM??? HEINNN??? HEIIIIINNNN???? Ahá!!! Peguei vocês!!! Nerds malditos!!!
Fato é que ninguém me explica convincentemente onde o Barbudo Todo Poderoso e Que Tudo Vê enfia esses benditos espaços intermináveis (eu ia dizer malditos, mas Deus não tem, a princípio, coisas malditas em seus espaços). Cá temos, enfim, um real questionamento existêncial. Agora, só Ele explica...

# Sir Baumgarten não sabe onde Deus meteu todos eles. Só sabe de duas coisas: 1º - não foi no seu "espaço", porque o meu só tem saída; 2º - havia aqui um pensamento presumivelmente interessante, mas foi esquecido em meio a tantos outros de menor relevância.

22.3.07

Semana dos Posts Bizarros Dia III - A Novíssima História do Mundo

Não há como negar, a história é uma bela e gorda mentira inventada para que a gente não descubra o que realmente existiu antes.
Impossível me convencer que existe alguma ciência em contar fatos complexos a partir de evidências capengas e fragmentadas eventualmente encontradas em algum local qualquer. Caiamos na real: historiador é aquele cara que pega um fato que hipoteticamente aconteceu e completa com um monte de bobagenzinhas que lhe vem na cabeça àquela hora. Ou realmente alguém acredita naqueles matuscos que reviram a terra com um pincel, encontram umas pedras velhas, deduzem que são ossos da ponta do dedão de um terrível "Monstrengossauros Aniquilodenses Rex" (mesmo que nunca tenham visto um) e reconstroem um belíssimo exemplar com riqueza de detalhes? Acordem, vocês estão sendo enganados.
Aqui está o que aconteceu na verdade: no começo existia a mim; a mim e uma Coca-Cola. Eu geralmente me furtava de tomar aos baldes minha Coca-Cola porque sabia, por meia da grande profecia, que ela um dia iria acabar. Não me perguntem quem escreveu a profecia, já que só existiamos eu e a Coca-Cola. Ela não sabia escrever; eu não sabia fazer profecias...
Bom, existiamos eu e a Coca-Cola. Eu, a Coca-Cola e um equilíbrio tênue entre minha vontade de secá-la e minha consciência de que aquilo seria meu fim. Um belo dia, cansado de nada fazer e de limitar minha presença onipotente à fitar o líquido sagrado, abri o recipiente divino e bebi-a num só gole. Naquele instante que se seguiu, o inevitável e trágico momento se fez: havia-se acabado a primeira Coca-Cola.
Insandecido pela falta do elixir supremo, cansei-me de seguir a idiótica profecia que ninguém havia escrito e criei, então o Mundo, o Universo e tudo o mais. Não num gesto digno e benevolente. Não existe dignidade e benevolência. Criei tudo o que há para que, um dia, houvesse uma humanidade que se pusesse a me servir e, finalmente, fabricar indeterminadamente a preciosa Coca-Cola. E assim se fez. Eu criei o Mundo. O Mundo criou a Coca-Cola. Eu criei os historiadores. Os historiadores fabricaram a história. E assim tem sido, será e, enquanto eu o quiser (e houver Coca-Cola), continuará sendo. Longa vida à mim.

#Sir Baumgarten se curva perante o Grande Criador e Fonte de tudo o que há. Ave, Baumgarten.

21.3.07

Semana dos Posts Bizarros Dia II - Onde houver fé que eu leve a dúvida

É senso comum que o Céu (ou Paraíso, como alguns preferem chamar) é exatamente o oposto do Inferno, que todos sabem que é formado por fogo, rios de lava e diabinhos com tridentes correndo por todos os lados. Dito isto, podemos tirar algumas conclusões interessantes tais como:

- Lava é a forma líquida mais quente que conhecemos e dela são compostos os rios no Inferno; então, por dedução lógica, no Céu os rios são formados todos por Nitrogênio Líquido (forma líquida mais fria que conhecemos) ou então por Cerveja, outra substância aquosa que somente se apresenta extremamente gelada;

- No Céu todos são azuis, pois, como bem sabemos, no Inferno todos são vermelhos. O que se pode concluir de tal afirmação é que quando morremos transcendemos para a forma de Smurfs, a única criatura azul viva que existe. Logo, passaremos a eternidade fazendo trapalhadas e nos divertindo a valer em companhia de uma loira azul, um gato de nome estúpido e seu velho dono ranzinza de nome Gargamel.

- Papai Smurf passa a ser Deus por essa lógica; Gargamel é Satanás; Cruel é Cérbero; e Eugênio, o Smurf trapalhão, sou eu. Você não é nada de importante. Você é um bosta, mesmo porque está lendo essa merda. Já a Smurfete... bem, a Smurfete é bem gostosinha não acham??? Sempre q penso nela tenho sonh........ hummm... não vem ao caso...

A conclusão mais contundente diz respeito aos cogumelos. Se Papai Smurf é Deus e ele mora em um cogumelo, podemos supor que o Céu não passa de uma maldita alucinação causada pela ingestão do fungo ou de seu destilado. Isto derruba por terra toda e qualquer esperança mundana na existência legítima de um além-vida, criando nos seres humanos a desilusão suprema e afundando a sociedade em um mar de raiva, ódio e desintegração, tornando os indivíduos em seres rancorosos e detestáveis, que saem pelas ruas maledizendo seus semelhantes e chutando velhinhas por puro prazer.

Este foi mais um edificante comentário oferecido pelo ídolo de milhões. Baumgarten, sempre Baumgarten.

* material gentilmente roubado do box "THE JETOS - 10 ANOS DE SAFADEZA DESCARADA". Nenhum direito reservado.

#Sir Baumgarten não é afetado pela descrença e desesperança, até porque tem problemas de compreensão na leitura e não compreendeu lhufas do que foi dito...

20.3.07

Semana dos Posts Bizarros Dia I - Toma que o filho é teu

Devia ter algum tipo de teste para que as pessoas pudessem ter direito a ter um blog. De que adianta colocar o pobre bichinho no mundo, nutrir o inicio da vida dele com carinho, afeto e todos os outros sentimentos que dão falsas esperanças e, depois de animar a pobre cria, abandonar ao relento e ao esquecimento, num limbo infeliz e doloroso onde ficam todos os blogs desertos?
Não que as pessoas tenham má intenção, eu pelo menos nunca tive, mas é realment uma judiaria. Até porque são nossas idéias e pensamentos que ficam jogados ali, ao léo, sem ninguem ler, sem ninguém acrescentar nada e, mais importante, sem a gente dar o devido respeito e adição ao que se propôs no começo de tudo. E também tem outro ponto: se o blog é bom, os leitores assíduos ficam frustrados pela falta de atualização e perdem, no fundo, a fé que existe nas boas coisas da humanidade e acabam, eventualmente, se tornando pessoas amargas, rancorosas, malfeitoras e que tenho certeza que chutam velhinhas nas ruas apenas por diversão.
Não preciso me preocupar em atualizar meu blog, não considero ele bom, portanto, não incentivarei o crime. E tenho dito.

# Sir Baumgarten acha que esse foi o post mais sem sentido e bizarro de toda a curta história de seu blog.

9.3.07

Powerless

Eu queria ter superpoderes. Por mais infantil ou fantasioso que isso possa parecer, duvido que cada um de vocês não tenha sonhado em fazer algo fantástico e grandioso, nem que fosse por uma lampejo de tempo. Não vou me dar o trabalho de perguntar pra ninguém, porque mesmo que eu seja o único com esse desejo ele ainda assim se mantém: eu, sinceramente, queria ter superpoderes.
Maluquisse ou não, é essa fantasia (ou proto-debilidade mental, vai saber...) que me permite seguir na linha. Eu não bebo. Eu não fumo. Eu praticamente não faço nada politicamente incorreto. É bem possível que todos os meus problemas, todas as minhas aflições sejam descarregadas nessa infindável imaginação que me cabe, neste fantástico Mundo de Baumgarten. Nele e em um (ou vários) pratos de comida.
Fato é que eu queria mesmo ter superpoderes, ao menos para poder combater meus medos e meus inimigos, sejam eles declarados ou percebidos. Odeio o calor, não suporto anos ímpares, temo raios e trovões, detesto a idéia de mortalidade, mas, no momento, abomino e me entristeço enormemente com minhas limitações, minhas impossibilidades. Contra elas, ahhhh quem dera, eu queria poder ter superpoderes, pelo menos para descarregar um pouco de justiça e clareza sobre as pessoas que não me permitem chegar onde eu, inevitavelmente, irei um dia estar. Ok... justiça, clareza e uma boa surra...
Bom... não tenho superpoderes, pelo menos ainda não. A esperança de que um dia poderei conseguí-los me faz continuar na linha, me faz continuar sorrindo, sendo feliz apesar de um segundo ou outro de lágrima. Celebrem, meus inimigos, eu não tenho superpoderes... pelo menos nesse maldito e violento "mundo real".

** Sir Baumgarten ainda não sabe como se transformar em Capitão Baumgarten. Ainda...