O Fantástico Mundo de Baumgarten

Uma incrível perda de tempo narrando as experiências (uii!) e pensamentos de alguém que vê o mundo em outras cores. P.S.: "outras cores" é uma metáfora, não sou de maneira alguma estragado dos olhos. Se você pensou isso, a culpa é do português, essa maldita lingua que permite dupla conotação. Se mesmo assim você não entendeu, é uma pessoa burra demais pra merecer minha atenção e eu provavelmente só lhe trato bem por interesse ou pena. Pare de chorar e viva com isso!

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Local: Rio Grande, RS, Brazil

Todas as religiões convergem em um ponto: é impossível descrever Deus de maneira coerente. Partindo deste princípio universal, me resguardo o direito de não falar muito sobre mim. Resumidamente: sou autoritário, temperamental, tenho rompantes de anti-socialidade, gosto de ficar sozinho e busco desesperadamente na vida a eternidade. Buenas, é isso, seu fuxiqueiro curioso dos infernos!

23.8.06

Inaugurando a série "Mulheres que ferraram a história" - Eva

No início havia Deus, que se sentia solitário e entediado. Como todo solteirão heterossexual moderno, resolveu Deus descarregar suas ansiedades em um animal de estimação que lhe fizesse companhia. Assim, fez-se Adão.
Tão logo percebeu a belíssima cagada que fez criando um animal macho, Deus, que desejava manter-se hetero, tratou de criar uma companhia feminina para o espécime original, possivelmente na esperança que pudesse presenciar atos sexuais e libidinosos (Deus, seu safado pervertido!). Dessa idéia de jerico, nasceu Eva.
A bela Eva tinha um corpasso, andava peladona pra cima e pra baixo no paraíso e fazia todos os prazeres mais selvagens de Adão, para o regozijo do voyeur criador. Um lindo dia, passeando pelos bosques, viu uma cobra (que não era a de Adão. Devia ser maior...) e entregou-se as tentações da carne (maldita cobra de sorte).
Adão, o primeiro corno da história, percebeu que sua cabeça estava bem mais pesada que de costume e espancou e matou Eva violentamente, tomado pela raiva que só os cornos conseguem definir (por isso eu não comento muito sobre ela). Após, saiu para encher a cara e olhar umas vagabundas com a cobra, pq corno que se preze odeia a mulher e não o Ricardão.
Deus, vendo que aquilo pegaria mal na Bíblia sagrada, obrigou seus asseclas a escreverem um final bonitinho e que não levasse as crianças as lágrimas. Infelizmente cometeu um terrível erro ao não deixar claro como os filhos de Adão e da vagabunda da Eva originaram o resto da humanidade, visto que eram, ao menos geneticamente, dois homens.
Na minha opinião, fica bastante claro que ambos pegaram a Eva, essa puta vadia, e dai saiu o resto do povo.
Três vivas à esta tremenda piranha copuladeira que conhecemos pelo singelo e bissilábilo nome de EVA.

# Baumgarten não acredita na literalidade da maçã e da cobra, até pq quem pensa muito na cobra é pq começou a gostar de banana...

14.8.06

O Fim do Direito segundo Baumgarten (ou "Como transar com seu Código Comentado - Guia Prático")

Não adianta, não me sinto sexualmente atraído pelo meu Código Civil. Claro que no fundo, no fundo agradeço que isso não aconteça, não sou nenhum maldito pansexualista perturbado, mas de certa forma gostaria de entender, nem que fosse por um mísero minuto, porque tantas pessoas são tão orgasticamente obsecadas pelos regramentos, pelas formatações, pelos pormenores, tudo isto em detrimento do nobre fundamento criador do Direito, qual seja a Justiça para todos.
Não que seja alguma novidade milagrosa, basicamente todo ser intelectualmente superior ao molusco (poucos) que alguma vez tenha se interessado em pensar sobre o direito atual chegou a mesma conclusão: o acesso à justiça foi tolhido pelo fanatismo xiita ao processo, pelo amor incondicional e violento ao formato, essas coisas que só Jesus explica (e provavelmente eu também).
Como pensar numa sociedade para todos e com integração social se um infeliz de um aposentado, na beira de seus caralhocentos anos, já abraçado com a morte, acaba morrendo no curso de sua ação para rever sua minguada aposentadoria. Como imaginar um mundo feliz e colorido se os bancos olham na cara do povo e dizem sem doçura na voz, sem pagar um drinque e sem enviar flores que irão violar-nos pelo orifício retal (legenda: "vão nos fuder o cú") e que nada temos a fazer quanto a isso? Nada a fazer, não no sistema atual, não com as mentes atuais, não com a complacência de nossos velhinhos... Principalmente, não com essa formação de gerações de técnicos jurídicos, que não preocupam-se em pensar o direito, mas tão somente em operacionalizá-lo.
Basicamente, estamos todos perdidos, uma vez que a solução não existe a curto prazo e tampouco na passividade ignóbil em que sobrevivemos (talvez alguns curtam essa coisa dos bancos, selvageria sempre teve certo apelo).
A situação é tão desesperadora que meu sensor de oportunidade bipa de maneira doida, clamando por um ato messiânico neste momento de penúria. Como nunca fui bom em resistir aos ventos do destino, dane-se a lógica... Quebre-se tudo, queime-se a bandeira, derrube-se o sistema e, no dia 2 de outubro, grite com fervor: uh terror, é Baumgarten ditador!

Repitam comigo, bando de zumbis teleguiados: "Prum governo com bravura, Baumgarten na ditadura".

# Baumgarten tem em sua plataforma de governo duas coisas muito interessantes: a criação de um curso técnico de direito, pra essa gente boa e limitada que curte decorar leis; e a ordem de que se façam roupinhas íntimas de renda para os códigos que eu tenho em casa. Vai que eles são excitantes mas estão mal aparelhados né? Um vinhozinho, uma lingeriezinha e de repente...

11.8.06

Tempo livre demais

Dia de chuva, minha criatividade está no mesmo nível da minha disposição (zero, seu mané!). Sendo assim, e aproveitando a onda natureba de reciclagem, vou pegar um texto que eu escrevi com Zing, célebre pensador húngaro e mestre do tempo, e jogar na cara de vocês como se fosse coisa nova e todos vão fingir que nunca leram, exatamente como se faz no sistema educacional brasileiro (uns fingem que aprendem, outros fingem que acreditam).

Teoria do Ininciofinito

Partindo do principio de que a palavra INFINITO representa justamente a ausência ou não presença de fim, obtivemos um resultado fascinante: a ausência ou não presença de fim não significa, necessariamente, que exista a ausência ou não presença de inicio. Em termos mais acessíveis para a plena compreensão de mentes menos ou não privilegiadas (grande maioria absoluta e esmagadora), a falta de fim não se entende necessariamente como a falta de inicio.
Logo, se algo obtêm o atributo de possuir inicio e não possuir o referido fim, é possível sua compreensão de maneira inversa e nem por isso incorreta e ininteligível. Sendo assim, sabemos, pois, que a presença ou não, logo, a ausência ou não de fim depende do ponto de vista do observador, atento ou não as regras da complexa geometria moderna e atualizada de acordo com as devidas convenções pré-estabelecidas em convenções antecedentes da presente data.
Desse modo, a correta grafia da palavra para sentido semelhante e/ou igual seria ININCIOFINITO, não possuindo assim nem inicio nem fim, logo independe da visão assumida pelo referido observador, atento ou não, conhecedor da teoria ou simples leigo, solteiro ou não.
Há um porém que se deve ressaltar, sem no entanto entender-se esse ressaltar como expressão de importância superior a tal assunto ou fato a ser descrito a seguir, como deverá ser notado pelos leitores e observadores, tendo estes as condições já exaustivamente sugeridas na explicação acima.
No caso de algo não ter nem inicio nem fim, existe a grande possibilidade (não necessidade como poderia ser compreendida por alguns bufões) desse corpo ou situação ter uma parte central não necessariamente centralizada, tendo em vista um eixo, fixo ou não, já que este eixo poderia assumir diversas coordenadas dependendo da visão e/ou observação do nosso já conhecido leitor observador com qualidades já citadas e decoradas pelo indivíduo que aqui busca informação, proveitosa ou não, como desejar.
Essa parte central, vulgarmente mas não de forma vulgar denominada meio, poderia por muitos ser um ponto como qualquer outro, dependendo dos referidos e já esclarecidos pontos de referência. Logo, teorias apontam para uma nova grafia da palavra. A sugestão nova mas não pôr isso inexperiente seria ININCIOMEIOFINITO, nessa ordem de disposição, por ordem de aparição e não de importância, já que todos são igualmente necessários. Tal alteração é urgente e fundamental pois o meio é possível sem inicio e fim, uma vez que a matemática atribui que o infinito é uma coordenada, podendo então ter um meio se comparada com outra coordenada infinita aleatória.
Existe ainda um último senão com relação a essa grafia. Se algo não possui inicio nem meio nem fim, essa massa não pode existir já que tais componentes são necessários para a existência e compreensão de todo e qualquer corpo. Nesse ponto de vista, todas as teorias são errôneas mas nem por isso desnecessárias. Como grafia provisória sugere-se o vocábulo INEXISTENTE, pois se algo não tem nem meio nem fim nem inicio ele não existe.
Esperamos que este estudo possa gerar debate e discussão, não de forma agressiva e selvagem como sugere a palavra, mas com FINALIDADES produtivas, sem no entanto que elas sejam o fim como nos leva a pensar a palavra. Neste prisma, a grafia correta deveria ser reformada de FINALIDADE para INICIALIDADE.
Tal estudo já esta encomendado e terá resultados nos dias que se seguem, sem necessariamente seguirem em fila indiana, mas em ordem crescente sem dúvida, ou quiçá decrescente, dependendo do ponto de vista do leitor observador, atento ou não, conhecedor ou leigo, solteiro ou não, e vice-versa, como queiram.

# Baumgarten tem mais facilidade de compreender a Teoria do Ininciofinito do que a lógica social brasileira.

7.8.06

O Guia Baumgarten para o futuro do "País do Futuro"

O Brasil precisa de um maluco bem intencionado. Depois de muito pensar (3 minutos e meio) cheguei a conclusão de que não há futuro em nosso sistema de governo. Ok, futuro há, sempre há algum futuro, mas um em que a dignidade e o progresso sejam os protagonistas não, este eu sinceramente não vejo. A democracia nos moldes atuais privilegia o desvio, a lentidão, o corrupto, o devasso, a anti-política no sentido mais primário do vocábulo.
Por mais dolor que vá ser, precisamos de um lunático autoritário no poder, um que dissolva o governo, centralize o poder, cerque-se de competentes e confiáveis aliados e que execute os seus planos sem depender da troca de favores que caracteriza nosso parlamento. Mais que isso, precisamos de alguém que mesmo com todo o poder concentrado mantenha a sanidade, o foco, a mentalidade que a ditadura progressista não deve servir para o bem individual, a menos que pelo indivíduo se compreenda o coletivo social.
Honestamente? O Brasil não vai achar ninguém melhor que eu. Limitem-se a escolher o slogan que melhor convier...

"Pra acabar com o profano, é BAUMGARTEN pra Tirano".

"Quer caçar corruptor? É BAUMGARTEN ditador".

"Pro Brasil ficar ´do bem´, só BAUMGARTEN TEN TEN TEN". <-- toda campanha tem que ter uma frase acéfala de apelo mais popular...

"Pro país voltar pra pista, BAUMGARTEN absolutista".

Acostumem-se, é inevitável, não tem coisa melhor.

# Baumgarten acha que seu discurso lunático é tão real e plausível quanto as promessas de qualquer candidato...

4.8.06

Anti-Darwinismo

A insuportável maioria dos seres humanos que consegue organizar uma frase coeza (poucos) e tem o dom da fala (infelizmente quase todos) acaba indicando como modelos de vida um bando de personalidades-clichê. Sendo assim, é só aparecer um entrevistador querendo saber, por qualquer que seja a razão, a inspiração para nosso futuro e lá se vão caralhocentas referências ao Ayrton Senna (mulherengo), Gandhi (mulherengo E cachaceiro), Maradona (mulherengo, cachaceiro E, antes de mais nada, Argentino), além de outros menos cotados. No meu caso? Bem, não vou com a maré, até porque meus heróis, na grande maioria, são irreais ou então desconhecidos dos bípedes pseudo-pensantes que dominam o globo.
Conto nos dedos quem sabe a magnitude da obra de Maurício de Nassau. Alias, é bastante grande a possibilidade de você ter ido correndo no Google agora ver de quem estou falando somente para fazer pose de grande-coisa quando conversar comigo, se é que eu lhe dou algum respeito. Administrador da Holanda Tropical, praticamente idealizou e construiu o pouco do nordeste nacional que é habitável tranquilamente, isso até ser enxotado pelos portugueses e ir criar paraísos no caribe. Ah, tem uma capital numa das ilhotas com o nome dele, acho que fica nas Bahamas... Existe alguma Maradonópolis???
Outro cara que eu respeito é o Charles Darwin. Inclusive falta muito respeito à obra do dito cujo, que teria revolucionado de maneira interessante a sociedade como um todo. Se explica: ao criar a teoria da origem e desenvolvimento das espécies, o ilustre cidadão deu uma idéia de que a natureza pratica a seleção natural como forma de preservação às dificuldade futuras, fortalecendo ao longo do tempo aqueles corpos que tem algum potencial.
Distante da realidade? Nem tanto. Apliquemos a teoria na sociedade contemporânea: universitários que não deveriam ter sequer saído do ensino fundamental, com visões restritas do mundo e uma atrofia cerebral assustadora; defensores das mais diversas causas "humanitárias" que manipulam a massa em defesa muitas vezes de alguma excentricidade retrógrada que poderia ser facilmente contornada sem bloquear o progresso; economias mantidas artificialmente às custas do povo sob pretexto de proteção ao "bem maior"; sem contar uma medicina desinteligente, que cria uma overdose de medicamentos fabricados para males menores que o próprio corpo humano conseguiria curar, gerando uma linhagem de invólucros orgânicos débeis e expostos a toda sorte de deficiência.
Complexo? Nem tanto. O que está fazendo-se é proteger o menos capaz, o menos competitivo, o impróprio e, sendo assim, enfraquecendo o conjunto em relação ao meio. Sem ser mal interpretado, não prego pureza de qualquer forma, seja racial ou biológica, mas acredito que sustentar artificialmente algumas estruturas de nosso mundo está encurtando nossa estadia no planetinha molhado. Não que muita gente leia e pense sobre isso, pensar não é mais fundamental na terra da vida fácil, do raciocínio curto e dos grandes ídolos...

# Baumgarten não é xenófobo, não é exterminador, não gosta de matanças, mas acredita que as falsas morais estão prejudicando muito a coisa toda.

3.8.06

Projeto Aquário Marinho - Tentativa nº 6347334436

Agora vai... Pelo menos até o próximo surto de baixa auto-estima que me fará dar um fim na coisa toda. Acabei de colocar o removedor de amônia, checar o Ph, nitrato, temperatura e o diabo a quatro (figura metafórica para expressar quantidade incrível de atividades. NÃO existe um teste para medir se o diabo está assim. Se existir, eu não tenho. Vá pentear macaco!), tudo OK, tudo em ponto de bala.
Buenas, agora só falta chegarem os peixes para que eles tenham a chance de começar a morrer lenta e dolorosamente, o que deve ocorrer hoje de madrugada. UHU!

# Baumgarten não é sádico, mas matou tanto quanto o outro alemão historicamente famoso por malvadezas...

1.8.06

A Criação do Mundo segundo Baumgarten

"No início havia o nada. Meio sinistro dizer que o "nada" havia, pois "haver" é um maldito verbo de existência e a existência do "nada" seria tão somente a inexistência de qualquer coisa. Mas, bem... eu, sendo um Deus autoritário e vingativo, decidi ditar estes malditos escritos assim, e espero que, entre uma veneração e outra, não ocorram questionamentos.
Bem, então como eu já disse, no início havia o nada, um terrível e entediante nada. De saco cheio de não fazer absolutamente coisa alguma e sem ter com quem conversar, eu, Deus, decidi fazer alguma porcaria para me distrair. Sete minutos depois, fez-se o mundo.
Daqui por diante a unica coisa que realmente importa foi aquele momento sublime em que, num rompante de genialidade e entre uma cagada e outra, eu criei a Coca-Cola (mesmo pq depois todo o resto perdeu o sentido e fiz tudo nas coxas).
Juro que pensei em fazer coisas melhores e interessantes, mas a abençoada seiva negra do prazer me tomava por completo os sentidos, e o mais próximo que consegui chegar da coerência foi o ornitorrinco e a Austrália. Tendo em vista a qualidade duvidosa dos resultados (ninguém consegue levar a sério a Austrália - apesar do pato peludo venenoso com corpo de esquilo ter seu charme), resolvi interromper meus trabalhos, razão pela qual criei um harém de morenas bissexuais peitudas, ridiculamente fáceis, de apetite sexual magnifíco e vestes mínimas para me acompanhar por todo o sempre.
Deixo aos meus súditos adoradores fiéis, que vergonhosamente se curvam diante de meu busto entoando odes de louvor, a mensagem que toda humanidade procurou desde o começo dos tempos e que move religiões e rios de dinheiro em prol de pastores sacanas. É nada mais nada menos que o grande segredo da vida, a aurora do conhecimento, o velocino de ouro dos mistérios. Senhoras e senhores, australianos e ornitorrincos, ei-lo: Coca-Cola, sempre Coca-Cola".